Data en portugués

La colonización en este lugar data de 1678. Os povoamentos aqui datam de 1678. fechar⇒, datar⇒, datar⇒ From the English 'timestamp' vtr verbo transitivo: Verbo que requiere de un objeto directo ('[b]di[/b] la verdad', '[b]encontré[/b] una moneda'). registrar data vt verbo transitivo: Verbos que possuem complemento, direto ou indireto ... En portugués, al igual que en español existen 2 tipos de formatos de fecha: Formato corto; Formato largo; Formato Corto. En el formato corto los números se separa con '/': 09/02/2005 (nove de fevereiro de dois mil e cinco) nueve de febrero de dos mil cinco. Formato Largo. El formato largo se usa en cartas y documentos formales: About; Service F.A.Q. Components; Process Aprenda rellenador un formulario en la lengua portuguesa. ... Vocabulario Data: La fecha de hoy. Nome: Su nombre. Sobrenome: Su apellido. Endereço: La dirección de su vivienda. Código Postal: El codigo postal del país Cidade: La ciudad dónde usted vive. Estado: Provincia, Telefone: Su número de telefóno. Celular: Número de telefóno móvil. Data de nascimento: Su fecha de nacimiento. Traducción de 'data' en el diccionario gratuito de portugués-español y muchas otras traducciones en español. Portugués Traducción de “data” El Collins Diccionario inglés-portugués en línea oficial. Más de 100.000 traducciones portugués de inglés palabras y frases. traducir data: dados, dados. Más información en el diccionario inglés-portugués. Cómo se dice data en portugués? Aquí tienes algunas ideas. Frases. Ejemplo de data en una frase. La rosa dei venti è un diagramma che rappresenta schematicamente la provenienza dei venti che insistono in una data regione.. Pronunciación de La rosa dei venti è un diagramma che rappresenta schematicamente la provenienza dei venti che insistono in una data regione. Traduções principais: Español: Portugués: dato From the English 'datum' nm nombre masculino: Sustantivo de género exclusivamente masculino, que lleva los artículos el o un en singular, y los o unos en plural. Exemplos: el televisor, un piso. dado, pormenor sm substantivo masculino: Substantivo exclusivamente masculino.Ex. 'ator', 'menino', etc. Aqui encaixam-se também os substantivos ...

Zika

2016.01.27 23:48 LaTalpa123 Zika

Zika is a subreddit for news, information and discussion about the Zika virus.
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2020.07.23 10:46 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt3

ESPANHOL
Para todos os idiomas, recebi boas recomendações do site http://uz-translations.net/.
Para dicionários de Espanhol-Espanhol, já recebi boas recomendações do Diccionario de la Lengua Española (Real Academía de La Lengua Española). O Diccionario Salamanca de la Lengua Española e o Señas: Diccionario para la Enseñanza de la Lengua Española para Brasileños também são recomendados. Na internet, consulte: http://buscon.rae.es/draeI/. Para Espanhol- Português, acho que qualquer um deve valer. Na internet, o Michaelis pode ajudar (http://michaelis.uol.com.b).
Um professor recomendou-me o livro Temas de Gramática del Español como Lengua Extranjera, de Dorotea Inés Lieberman (Ed. Eudeba), só não sei se está disponível para venda no Brasil. O último Guia de Estudos que trouxe indicação de Gramáticas recomendadas para o estudo de Espanhol foi o de 2007, que sugeria:
GONZÁLEZ HERMOSO, Alfredo. Conjugar es fácil en español de España y América. Madrid, Edelsa, 1997.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Esbozo de una nueva gramática de la lengua española. Madrid, Espasa- Calpe, 1996.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Ortografía de la lengua española. Edición revisada por las Academias de la Lengua. Madrid, Espasa-Calpe, 1996.
SECO, Manuel. Gramática esencial del español: introducción al estudio de la lengua. Madrid, Espasa- Calpe, 2001.
SILVA, Cecilia Fonseca da. Los falsos amigos en español y portugués: interferencias léxicas. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 2003.
& SILVA, Luz María Pires da. Español a través de textos: estudio contrastivo para brasileños. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 2001.
Confira, também, o site:
http://conjugador.reverso.net/conjugacion-espanol.html - para conjugação de verbos em Espanhol
Para a leitura de periódicos em Espanhol, são recomendados, por exemplo: El País (www.elpais.es), El Mundo (www.elmundo.es), La Nación (www.lanacion.com.ar) e Clarín (www.clarin.com).
FRANCÊS
Para todos os idiomas, recebi boas recomendações do site http://uz-translations.net/.
Para dicionários Francês-Francês, são recomendáveis: Le Petit Robert, Le Micro Robert e Le Petit Larousse. Na internet, consulte: . Para dicionários Francês-Português, acredito que sirvam os dicionários da Larousse, da Ática, da Michaelis e da Editora Globo. Na internet, o site da Michaelis também pode ser útil (htt)p://michaelis.uol.com.b).)
Todos os professores de Francês de que já ouvi recomendações sugerem a Grammaire Progressive du Français, disponível nos níveis Iniciante, Intermediário e Avançado. Todos os três estão disponíveis para download no “REL UnB”. A Nouvelle Grammaire Française, de Jenepin Delatour, é também recomendada.
Confira, também, os sites:
http://www.educaserve.com/index.php - 204 lições on-line gratuitas http://francoclic.mec.gov.b - disponibiliza o método “Reflets” on-line, além de vários
outros recursos relacionados à língua francesa.
http://www.leconjugueur.com/ - para conjugação de verbos em Francês
http://lepointdufle.net/ - diversos links de cursos gratuitos, de dicionários de diversos tipos e de gramáticas. Há, também, diversas referências de cultura francesa (arte, teatro, música, cinema, literatura etc.).
http://www.francaisfacile.com/ http://www.revistafrancesa.com http://linguafrancesa.wordpress.com/ http://cursodefrancesonline.blogspot.com/ http://cursofrancesgratis.blogspot.com/
Para a leitura de periódicos em Francês, são recomendados, por exemplo: Le Monde www.lemonde.fr, Libération www.liberation.fr, Le Figaro http://www.lefigaro.fr, L´Express www.lexpress.fr, Le Nouvel Observateur www.nouvelobs.com e Le Monde diplomatique www.monde-diplomatique.fr.
GEOGRAFIA
Alguns dizem que, para ir bem em Geografia, na primeira fase, basta saber três coisas: “a África est urbanizando, a indústria est desconcentrando e o Nordeste est ‘bombando’”. Obviamente, n~o é tão simples assim, mas, de todo modo, são três tópicos bastante recorrentes (além de Geografia física, ocasionalmente). Como Geografia é a matéria de menor peso na primeira fase, muitos não dão muito valor. Sugiro, entretanto, uma leitura, ainda que rápida, de alguns pontos principais (urbanização, desconcentração industrial, Geografia física). Como você verá a seguir, sugiro três livros (com a possível exclusão de um deles) como basilares para a prova de Geografia da primeira fase. É um pouco difícil dizer se determinada leitura é suficiente ou não, especialmente para uma prova como o CACD. De qualquer forma, acredito que, com essas obras, o candidato tem boas chances de ir bem na primeira fase. Para a terceira fase, não sei o que recomendar. A prova de 2011 foi meio louca, tive de juntar conhecimentos aleatórios com um toque de enrolação. Se fosse fazer o concurso novamente, não sei se perderia muito tempo estudando outra obra de Geografia, como alguma do Milton Santos, na esperança de acertar qual será a loucura da banca no próximo ano.
- Manual do Candidato: Geografia (Bertha Becker): o mais útil da obra é que ela segue a mesma divisão de conteúdos prevista no Guia de Estudos de Geografia. Isso ajuda tanto a controlar quais aspectos você já estudou e quais ainda faltam quanto a buscar esse Manual, diante da falta de determinados conteúdos em outras bibliografias, para complementar seus estudos. Uma raridade entre os manuais (possivelmente, pelo fato de o nível de cobrança de Geografia não ser tão elevado quanto o de outras disciplinas), o manual é, em geral, bastante completo. Não diria que ele é suficiente, mas é quase (a parte de “Macrodivis~o natural do espaço brasileiro”, especialmente, é muito fraca e incompleta). Eu arriscaria dizer que o Manual do Candidato: Geografia da Bertha Becker e os outros dois livros a seguir (com a possível exclusão do Oliva e Giansanti, não tão indispensável assim, embora importante em alguns aspectos) formam a trilogia sagrada para a primeira fase. Para a terceira, de uma maneira geral, uma coisa ou outra escapa ao conteúdo dessas obras, mas nada que você n~o possa completar com um “miltonsantês” aqui e uma “enrolaç~o” ali. O problema mais importante é que ficar apenas com o “mais geral” n~o é mais suficiente, e passa a ser fundamental, nos estudos para a terceira fase, consolidar e aprofundar conhecimentos. Aí, ler apenas essas obras não será, de maneira nenhuma, suficiente. Sugiro procurar artigos variados na Internet, dados disponíveis nos sites dos Ministérios (principalmente MMA e MAPA), do IBGE etc. Ler as melhores respostas dos Guias de Estudos dos últimos CACDs também pode ser (assim como para todas as demais matérias da terceira fase) importante fonte de tópicos a serem pesquisados (cuidado, apenas, para não tomar aquelas respostas como perfeitas; mesmo respostas com nota máxima possuem, às vezes, alguns erros; use-as como um panorama geral e como uma seleção de determinados tópicos e dados relevantes, aprofundando seus conhecimentos com leituras adicionais).
Obs.: cuidado, pois há outra edição mais antiga do manual, da Regina Célia Araújo (não cheguei a ter contato com esse mais antigo, mas já ouvi bons e maus comentários a respeito).
- Projeto de Ensino de Geografia - Geografia do Brasil (Demétrio Magnoli): é de Ensino Médio, mas cobre boa parte do que você precisa saber de Geografia do Brasil para o concurso. Bastante importante. Acho que não está mais sendo editado, mas pode ser encontrado em sebos. O Geografia para Ensino Médio, também do Magnoli, pode substituí-lo.
- Temas da Geografia do Brasil (Oliva e Giansanti): complementa o anterior. Recomendo leitura seletiva dessa obra (com maior atenção para a seção 5 – Os Sistemas Naturais e o Espaço Geográfico do Brasil; as outras seções também têm uma coisa ou outra mais importante, talvez valha a pena uma leitura rápida, fazendo anotações pontuais). Apenas cuidado (e isso vale tanto para o Oliva e Giansanti quanto para o Magnoli) com a atualidade dos dados fornecidos. Observem a data de publicação das obras (Oliva e Giansanti, por exemplo, é de 1999) e não levem em consideração dados que podem ter mudado de lá para cá. Quando as obras falarem, por exemplo, que “o maior produtor de soja do Brasil é o estado de xxx”, confira em outras fontes (preferencialmente, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ou no Ministério do Meio Ambiente, por exemplo), para saber se os dados continuam válidos.
- Projeto de Ensino de Geografia - Geografia Geral (Magnoli): além de ajudar um pouco em Geografia (principalmente para a terceira fase, eu diria, haja vista as questões recentes sobre minérios na África ou sobre migrações internacionais, por exemplo), pode ter alguma coisa boa para Política Internacional também, mas não é imprescindível.
- O Brasil: Território e Sociedade no Início do Século XXI (Milton Santos e Maria Laura Silveira): mais importante para a terceira fase que para a primeira. De todo modo, não estudei por ele tanto por preguiça quanto por falta de tempo, e acho que não perdi muita coisa. Acho que, além de chato, é pouco objetivo.
“Miltonsantês”: ainda que n~o tenha caído recentemente nas provas da primeira fase, a Geografia de Milton Santos é fundamental para a terceira fase. Conhecer os conceitos usados pelo autor é importante não apenas porque podem ser objeto de questões na terceira fase (como o foi em 2010, em que uma questão pedia para descrever a divisão do Brasil proposta por Milton Santos e por Maria Laura Silveira), mas também porque o uso de conceitos do “miltonsantês” em todas as questões de Geografia da terceira fase enriquece sua resposta e agrada à banca examinadora (desde que usado com prudência). Possibilidades são procurar na internet artigos que tratem do assunto, além, é claro, da leitura (não muito prazerosa, eu diria) de livros do autor. Na obra Território Brasileiro: usos e abusos (Maria Adelia Aparecida Souza) e no supracitado Temas da Geografia do Brasil (Oliva e Giansanti), segundo recomendações que recebi, há bons resumos dos conceitos do autor. Para a primeira fase, não é necessário preocupar-se muito com isso (o que caiu de Milton Santos na primeira fase de 2011, por exemplo, seria facilmente depreendido da interpretação do texto apresentado na questão). Caso pretenda fazer cursinho preparatório, é bem provável que o professor dê isso em sala. No “REL UnB”, h diversos resumos de vrios livros do autor.
- A Condição Pós-Moderna (David Harvey) – ler apenas capítulo 9 (“Do Fordismo { Acumulaç~o Flexível”).
As seguintes obras foram indicadas por diferentes fontes, mas não cheguei a lê-las. De qualquer forma, ficam as sugestões.
- A Nova Dinâmica da Agricultura Brasileira (José Graziano): ler o primeiro capítulo.
- A Ordem Ambiental Internacional (Wagner Costa Ribeiro): li só o resumo, que está disponível no “REL UnB”.

- Atlas da Mundialização

- Atlas de La Mondialisation (Sciences Po)
- Atlas do Brasil (Hervé Théry) – já me foi muito bem recomendado, com as ressalvas de que a parte de crescimento não é tão boa e de que há muitos dados desatualizados.

- Atlas Nacional do Brasil (IBGE)

- Brasil: uma Nova Potência Regional na Economia-mundo (Bertha Becker e Cláudio Egler)
- Continente em Chamas: Globalização e Território na América Latina (Maria Laura Silveira) – destaque para o capítulo 3.
- Contribuição para a Gestão da Zona Costeira do Brasil (Antonio Carlos Robert Moraes)
- Geografia Humana, Sociedade, Espaço e Ciência Social (Derek Gregory, Ron Martin e Graham Smith) - cap. 1, 2, 4 e 8.
- Geografia: Conceitos e Temas (capítulo de B. Becker: "Geopolítica na Virada do Milênio")
- Geografia: Pequena História Crítica (A.C. Robert Moraes): não li, mas me recomendaram como boa alternativa para o estudo de história do pensamento geográfico.

- L’Atlas du Monde Diplomatique

- Metamorfoses do Espaço Habitado (Milton Santos): segundo recomendações, pode ser boa introduç~o ao “miltonsantês”.
- Novas Geopolíticas (José William Vezentini): sobre a história do pensamento geopolítico.
- O Corpo da Pátria (Demétrio Magnoli): não passei nem perto, mas joguei o título do livro em uma questão louca da terceira fase, como se eu soubesse alguma coisa que o Magnoli fala nele. Até que deu mais ou menos certo.
- Por uma outra Globalização (Milton Santos): não li. Meu professor no cursinho repetiu tantas vezes os conceitos do “miltonsantês” que eu senti que, para entender um pouco o pensamento do autor, não tinha de ler as obras. Se você tiver acesso a bons resumos e/ou a relações de conceitos do “miltonsantês”, acredito que a obra pode ser dispensvel. H resumo no “REL UnB”.
Várias fontes na Internet pode, também, ser úteis, como as páginas do governo federal (Portal Brasil: PAC - http://www.brasil.gov.bpac; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - http://www.agricultura.gov.b; Ministério do Meio Ambiente - http://www.mma.gov.bsitio/; Ministério da Integração Nacional - http://www.integracao.gov.b etc.).
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2020.06.29 01:41 diyexageh Banca internacional #04 PT MT – Banca e inversión, mitigando PT withholding tax.

Este contenido fue publicado originalmente el 19/08/2019 - Aca
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Background


Los que siguen los posts de -Banca Internacional- y los freelancers IT con los que estuve charlando en /Merval estaban esperando otro post con información con respecto a “Export de servicios, incorporación, DTAs y residencia fiscal.”. Ese post está al 90% sin embargo visto y considerando la situación por la que paso Argentina post elecciones primarias y las reacciones de pánico de inversores vía este medio me parece más relevante ofrecerles información que les proporcione soluciones a problemas del ahora.


Introducción


La banca internacional no viene libre de problemas para el residente fiscal de la República Argentina ya que se tributa en su ingreso mundial y se deben declarar cuentas en el extranjero a la AFIP. A contrariedad de lo que quieren hacer creer a la gente, la sola posesión/operación de cuentas domiciliadas en el extranjero no es ilegal. Ilegal es la evasión fiscal. El problema se genera cuando las jurisdicciones donde el cliente se bancariza y existe algún impuesto sobre depósitos o dividendos y surge la doble tributación. Con el fin de este inconveniente existen los Double Taxation Agreement/Treaties (DTA/DTT) o Tratado de Doble Imposición en español.

Los que invierten o están bancarizados en Estados Unidos tienen claro que entre EEUU y Argentina no hay tax treaties, así que tienen deducciones de 30% (withholding tax). Este framework no es exclusivo de EEUU, en otros países como los de la Unión Europea es común y las tasas varían entre si, inclusive dentro del mismo país pueden ser diferentes. Un buen ejemplo de esto es Portugal, país que va a ser centro del presente artículo.


Portugal (on-shore) impone un withholding tax del 28%, mínimamente por debajo del impuesto por EEUU. Sin embargo Madeira (Portugal off-shore) impone un 22%.


¿Podemos abrir una cuenta en un banco domiciliado en Madeira y hacer uso del descuento en la tasa de 6%? Si, podemos, pero no es lo que vamos a hacer ya que esto requiere un time frame superior. Para bancarizarnos en Madeira necesitamos documentos apostillados y en algunos casos visitas personales , couriers.... Quizás en este momento ese 6.5% no amerite los requerimientos cuando podemos mitigar el 28% en su totalidad.


Argentina está pasando por una situación difícil de entender para quien no haya vivido una experiencia similar en primera persona. Los ahorristas quieren mover sus capitales lo antes posible y evitar así seguir perdiendo poder adquisitivo, poder acceder a una banca que ofrezca mejores servicios y a mejor costo. Poder mover fondos sin tener que justificar destino y en lo posible invertir como para tener retorno.


Regulación


Como aprendimos anteriormente Portugal impone un withholding tax de 28% en intereses. Visto que residentes fiscales en Argentina tienen que tributar sobre su ingreso mundial, sería de importancia intentar evitar la doble imposición. Ya que no existe DTA/DTT entre Argentina y Portugal hay que mitigarlo de otra manera. Evitando invertir en Portugal e invertir en una jurisdicción dentro del Area Economica Europea y preferentemente área SEPA donde los intereses se paguen net/gross.

Enter Malta. Malta es considerado un centro financiero semi-shore (como Singapur, Hong Kong, UAE, Bahrain). Si no fuese tan engorroso bancarizarse en Malta evitaríamos Portugal.


Entonces el fin de nuestro esquema es Banca en Portugal y Banca de inversión/depósitos/plazo fijos en Malta. Preferentemente multi currency y con acceso a transferencias sin costos SEPA para minimizar el costo de capital y mantenimiento. La razón por la cual necesitamos la banca en una jurisdicción on-shore en la Union Europea es porque para poder acceder a servicios de inversión/plazo fijos en (algunos) proveedores Malteses, es un requerimiento “una cuenta a nombre del inversor en una institución de crédito de la Union Europea”. Cuentas en Channel Islands/Jersey/Isle of Man no son válidas. Irónicamente cuentas de ciertos bancos en Kuwait si (más de esto después).


De esta manera la institución de Malta puede remitir los intereses/depositos vía SEPA sin costo, a la institución en Portugal donde el usuario puede hacer uso del capital vía tarjetas de débito, otras transferencias SEPA a un Exchange de Cryptocurrencies, o así mismo transferir dichos fondos vía un servicio de pagos tipo TransferWise a Argentina o cualquier otra jurisdicción.


Modus operandi

El proceso es simple, para hacer uso de este esquema, como explique con anterioridad, es necesario iniciar dos relaciones bancarias. Una en Portugal (retail) y otra en Malta (inversión).


Debajo esta la lista de los bancos Portugueses que operan con no residentes pero que además hacen el on-boarding del cliente de manera digital. Aspecto clave de nuestro esquema. Funciona con otros bancos también, esto esta resumido a los servicios que entre otras cosas, aceptan argentinos, on-barding remoto y que probé personalmente, con la intención de escribir este articulo.


Una vez abierta esta cuenta, con nuestro IBAN Portugués a mano, podemos proceder al registro de la cuenta de inversión en Malta, La cual requiere de un poco más de trabajo manual. Es un 70% digital y un 30% analógico pero también se puede hacer a distancia.


Por una cuestión de simplicidad voy a incluir dos bancos en Portugal y dos instituciones del mismo grupo inversor en Malta. Se puede abrir una cuenta bancaria a distancia también pero hay que tener más paciencia/tiempo ya que requiere papeleo.


Instituciones de interés


BANCO ATLÂNTICO EUROPA S.A. - Portugal
https://www.atlantico.eu
Atlantico Europa es un banco con sede central en Lisboa y regulado por el Banco central de Portugal bajo licencia #189 (https://www.bportugal.pt/en/entidadeautorizada/banco-atlantico-europa-sa), Comisión de Mercado de Activos (SEC Portugues licencia #343) y Banco central Europeo (ECB). En Europa no es un banco de gran antigüedad, la subsidiaria Europea data del 2009 y posee Sucursales en Portugal y Namibia y Angola. Similar al Caso de Standard bank en Jersey. El banco trabaja con residentes y no residentes retail, privado y corporate.
CRS: Si, compliant.
Withholding tax: 28%, Puede reducirse vía DTA.
Deposito mínimo: 0 EUR.
Deposito mínimo requerido para apertura: 250 EUR
Balance mínimo: 0 EUR.
Costo Mensual: 0 EUR.
Underfunding: 0 EUR.
Divisas: EUR, CHF, GBP, USD.
Tarjetas de débito: Si, en EUR.
Tarjetas de crédito: Si, en EUR.
No residentes: Si.
Divisas exóticas: No.
Seguro de depósitos: Si, ECB standard. EUR 100.000 x cliente x banco. https://www.fgd.pt/sistema-europeu-de-garantia-de-depositos
Inversiones: Si. Bonos, fondos, acciones, ETFs, FX y otros. No todos disponibles en todas las jurisdicciones.
Limitaciones: La web y la App suelen mezclar Ingles y Portugues pero no es una situacion imposible. Las tarjetas de debito y credito estan disponibles inclusive para no residentes pero hay un catch, el delivery es a la sucursal o dentro de portugal. Se puede usar una "mailing address" en Portugal or ir de manera personal.


Banco BPI S.A. - Portugal
https://www.bancobpi.pt/
Banco BPI S.A. establecido en Lisboa en 1995. Supervisado por el Banco central Portugues bajo licencia #10 (https://www.bportugal.pt/en/entidadeautorizada/banco-bpi-sa) y el ECB.
CRS: Si, compliant.
Withholding tax: 28%, Puede reducirse vía DTA.
Deposito mínimo: 0 EUR.
Deposito mínimo requerido para apertura: 0 EUR.
Balance mínimo: 0 EUR.
Costo mensual: 3.5+Tax a 7.5+Tax EUR.
Underfunding: 0 EUR.
Divisas: EUR, CHF, GBP, USD.
Tarjetas de débito: Si, dos ofrecidas en el paquete en EUR.
Tarjetas de crédito: Si, en EUR.
No residentes: Si.
Divisas exóticas: ZAR, CAD, NZD, SGD, JPY, AUD, NOK, DKK, SEK, PLN.
Seguro de depósitos: Si, ECB standard. EUR 100.000 x cliente x banco. https://www.fgd.pt/sistema-europeu-de-garantia-de-depositos
Inversiones: Si. Bonos, fondos, FX y otros. No todos disponibles en todas las jurisdicciones.
Limitaciones: N/A.


easisave - Malta
https://www.easisave.com
easisave es un producto de FIMBank PLC. Consecuentemente no es en si un banco sino que nos ofrece cuentas de fácil acceso con onboarding digital. Solo ofrecen cajas de ahorro y plazo fijos. Se puede abir únicamente una caja de ahorro sin embargo un plazo fijo requiere una caja de ahorro (donde se pagaran los intereses). Las cuentas son libres de costo.
FIMBank P.L.C. es un banco con sede central en Malta (Licenciado por Malta Financial Services Authority bajo licencia C17003 (https://www.mfsa.mt/financial-services-registeresult/?id=2195), su otra sede se encuentra en el Dubái International Financial Center opebando bajo licencia #273 (https://www.difc.ae/public-registefimbank-plc/) y operan mayoritariamente global trade finance, import/export cartas de crédito y banca offshore para compañías de una tercera jurisdicción. Además hacen servician a clientes personales bajo el producto de nombre FIMBank Direct.
FIMBank PLC es una compañía publica incorporada bajo las leyes de Malta y listada en la bolsa de dicho país. Quien esta detrás de la firma? Tiene solo dos accionistas, United Gulf Holding Company B.S.C (Banco establecido en 1991, EMEA) y Burgan Bank K.P.S.C. (Banco establecido en 1975 Kuwait/GCC/Jordania). Estos dos bancos además son subsidiarios de KIPCO (www.kipco.com) Kuwait Investment Projects Company fondo de inversión soberano del estado de Kuwait. Fundado en 1975 y con activos superiores a USD 30 Billiones.
CRS: Si, compliant.
Withholding tax: 0%, El cliente declara y paga acorde a su jurisdicción de residencia fiscal.
Deposito mínimo: 0 EUR.
Deposito mínimo requerido para apertura: 50 EU 50 USD.
Balance mínimo: 50 EU 50 USD. EUR 1000 para plazo fijos.
Costo mensual: 0 EUR.
Underfunding: N/A.
Divisas: EUR, USD.
Tarjetas de débito: No.
Tarjetas de crédito: No.
No residentes: Si.
Divisas exoticas: No.
Seguro de depósitos: Si, ECB standard. EUR 100.000 x cliente. Maltese Depositor Compensation Scheme http://www.compensationschemes.org.mt/
Inversiones: Si. Caja de ahorros, plazo fijos.
Limitaciones: Si. Para registrarse como cliente es imperativo tener una cuenta domiciliada en la Unión Europea excluyendo dependencias de la corona pero incluyendo a Reino Unido y Gibraltar. La cuenta no puede ser un EMI y debe ser una cuenta en una institución de crédito. El IBAN de la cuenta es chequeado al momento del registro.
Individuals (Maltese nationals and non-Maltese nationals) who are 18 years and over, holding an account with a credit institution within the European Economic Area (EEA), which currently includes Austria, Belgium, Bulgaria, Cyprus, Czech Republic, Denmark (excluding the Faroe Islands and Greenland), Estonia, Finland, France, Germany, Gibraltar, Greece, Hungary, Iceland, Ireland, Italy, Latvia, Liechtenstein, Lithuania, Luxembourg, Malta, Netherlands, Norway, Poland, Portugal, Romania, Slovakia, Slovenia, Spain, Sweden, and UK (excluding Channel Islands and Isle of Man) or an account with Burgan Bank in Kuwait, Turkey or Jordan.
Para registrarse en easisave y hacer uso de los plazo fijos hay que abrir primero una easisave savings account donde se deposita el mínimo requerido al momento de la apertura.
Depósitos y extracciones de la cuenta easisave son posibles únicamente y exclusivamente desde/hacia el IBAN usado al momento del registro y a nombre del cliente. Los intereses se pagan gross/net a la easisave savings account haciendo uso del 0% withholding tax Maltes.


FIMBank PLC - Malta
https://www.fimbank.com/direct/
https://www.fimbank.com/direct/fim/customer-guidelines.html
FIMBank Direct es el nombre que se le da a la banca Online de FIMBank. La diferencia principal con easisave es que vía esta entidad se pueden abrir cuentas corrientes, las cuales no requieren una cuenta en otra entidad de crédito domiciliada en la Unión Europea para operar o dar servicio. El catch es que los costos son mas altos que lidiar con easisave directamente. Sin embargo ofrece mas flexibilidad. Hay que leer los costos con atención, cuando están en USD aplican a operaciones no en euros. Los pagos SEPA desde una cuenta easisave son gratuitos cuando en otro caso tienen costo. Otra diferencia es que requieren mas papeleo que el requerido para easisave.
Fees: https://www.fimbank.com/en/standard-tariff-of-charges
CRS: Si, compliant.
Withholding tax: 0%, El cliente declara y paga acorde a su jurisdicción de residencia fiscal.
Deposito mínimo: 50 EUUSD.
Deposito mínimo requerido para apertura:
Savings account 50 EUUSD.
Current account 5000 EUUSD.
Balance mínimo:
Savings account 50 EUUSD.
Current account 2500 USD.
Costo anual: 100 USD.
Underfunding: 100 USD.
Divisas: EUR, USD, GBP.
Tarjetas de débito: No.
Tarjetas de crédito: No.
No residentes: Si.
Divisas exoticas: Si bajo pedido.
Limitaciones: La caja de ahorro tiene la misma limitacion que easisave (ya que es el mimo producto) donde se debe tener una cuenta en la Union Europea en una entidad crediticea. Lo mismo que la limitacion de easisave. Esta limitacion no existe para la cuenta corriente.
Seguro de depósitos: Si, ECB standard. EUR 100.000 x cliente. Maltese Depositor Compensation Scheme http://www.compensationschemes.org.mt/

Happy banking.

Donations.
Token Wallet address BTC 19xvUdQoZosrzYKNaTCK834zRkg5Bogop BCH qqqmyqjspnq0fazk9wvv0elc8vxdp2rkvgfqs3s87x LTC LKNvBgwEtE3w7oEUYiSVb96qCe7xFDBvp8 ETH/DAI 0x1cbbcf2ca8849893ad7feac5ef5c735f6d91fa4e XMR 44AXEt8ZkmjgGuUrPaoNTzBGhp92L3HozSYxAip7dz8qL6A3neJBriLRSjC8Qnam4tEhfw2yXzcXsbZ2dJiWHDC7Ji8nBvx 
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2019.11.23 18:44 Rain1984 El origen de algunos nombres de nuestro Montevideo (Parte II)

En vistas de que a un lote de gente le gustó la primera parte, va la segunda, ojalá les guste también!
Además de darle nombre a la ciudad, el nombre del barrio es súper obvio, pero para contextualizar sus comienzos... Su fortaleza es mandada a construir en 1809 por la corona española, años después, en 1834 se funda lo que en su momento era una villa con el nombre "Cosmópolis", y ese fue el lugar donde se asentaron montones de inmigrantes que venían de diferentes lugares en busca de trabajo y paz. Debido a los distintos orígenes de los inmigrantes que fueron poblando el lugar es que el gobierno de Venancio Flores decide darle nombre de países a las calles, en 1867.
Este barrio tiene un nombre bien testimonial, tal vez no parezca tan obvio porque se fue perdiendo el llamarle "Paso del Molino", que no era otra cosa que un lugar donde las carretas y caballos podían cruzar el Arroyo Miguelete, en las cercanías de un molino. Este cruce estaba, y está hoy sobre el que se llamaba "Camino Real al Cerro" (real hace referencia a que era de la corona y no de sus pobladores), la Avenida Agraciada de hoy en día.
El molino al que hace referencia estaba en Uruguayana y Zufriategui aparentemente y había sido instalado por allí por jesuitas, a quienes les concedieron en 1749 un área para construirlo entre el Miguelete y otro arroyo que se hallaba hacia el sudeste de allí, el famoso Quitacalzones, que más de uno habrá escuchado hablar. En 1767 el Rey Carlos II manda pegarle una patada en el traste a los jesuitas de todos sus dominios y este molino junto con todas sus propiedades pasan a ser administradas por una junta. Para 1810 el molino, el horno y alguna cosa más que tenían instaladas los jesuitas ya no servían para nada, así que un vecino de allí, Gregorio Márquez, decide comprarlo. Con el paso del tiempo, al ser un lugar muy lindo y verde, el arrabal y sus chacras fueron siendo reemplazadas por quintas de gente con plata que iba a veranear allí. La epidemia de fiebre amarilla que se desató en 1857 contribuyó al proceso de afincamiento con familias que llegaban escapando de la enfermedad.
En Agraciada y Zufriategui funcionó un hotel que tenía el atractivo de, en su momento, estar lejos del ruido de la ciudad, la edificación sigue todavía en pie y tengo idea que el interior ha sido restaurado o algo así y se abre para el día del patrimonio etc, corríjanme si me equivoco (Street view link )
Belvedere fue otro de los tantos barrios fundados por Francisco Piria, que compraba terrenos, los loteaba y los vendía con facilidades de pago. El nombre del barrio viene de "Bella Vista" o "Bello ver", es que el barrio está situado sobre la cuchilla Juan Fernández, ahora con tanta edificación capaz que es difícil notarlo caminando por sus calles, pero de allí se veía la bahía y sus alrededores. Piria había comprado tierra y se había armado una quinta de veraneo ahí, tiempo después decidió moverse junto con su familia más al Este y armó un proyecto que se terminó convirtiendo en Piriápolis. Loteó su quinta en Belvedere y la remató en 1892. Belvedere comenzó siendo una suerte de extensión del ya existente Nuevo Paris, donde funcionaban montones de fábricas y varias curtiembres que empleaban a gran cantidad de personas.
Capurro hace referencia a un empresario italiano de nombre "Giovanni Battista Capurro", era un marinero genovés que llegó en los tiempos de la jura de la constitución, y que hizo su fortuna acá. Se casó con una tal Prudencia de Castro (cuando ella tenía 15, y él alrededor de 40) y tuvo varios hijos, uno de ellos, Juan Alberto, además de ser legislador y ministro, fue el ingeniero que se encargó de realizar el puente de Santa Lucía, en 1925. Con su familia vivió en una quinta de 24 hectáreas que compró sobre la desembocadura del Miguelete, y su casa (que ya no existe) la construyó donde hoy está la escuela pública Nº47 en Capurro y Juan María Gutiérrez. Los pozos y cachimbas de la Aguada parece que se extendían hasta cerca de allí, y el tipo aprovechó para hacer negocio, y le vendía a los buques de ultramar agua dulce, y arena que utilizaban como lastre.
En 1869 se instala la Compañía de Tranvías al Paso del Molino y el Cerro, de trenes tirados por caballos, que popularizaron la playa de Capurro. Algunas de las vías se ven hoy en día, uno de los ramales hacía el recorrido de la calle Capurro y terminaba en la bahía (tal como lo hace la calle, que pasa por arriba de los accesos). Otro de los ramales corría por la calle Francisco Gómez, que corre más o menos paralela a Capurro. En ese tiempo la playa supo ser la más concurrida de Montevideo, con el paso del tiempo el barrio se fue industrializando y perdió su playa y atractivo turístico.
En la quinta donde se afincó Capurro, había existido previamente lo que se conocía como "El caserío de los negros", cosa que me llama la atención yo nunca había escuchado hablar. Ese establecimiento estaba ubicado en República Francesa y la Ruta 1, o por lo menos en sus cercanías (no muy lejos de la refinería de ANCAP, solo que del otro lado del Miguelete). Ahí era donde dejaban en cuarentena a los negros esclavos que traían de Angola, que venían en pobres condiciones de higiene, muchas veces enfermos de escorbuto, sarna, disentería, etc. Los que morían eran enterrados allí mismo. El cabildo decidió su construcción en 1787 antes de que llegaran los primeros barcos cargados de esclavos. La razón para ubicarlo ahí? Los vientos, que soplaban generalmente del Sureste y Este, y bueno, el lugar estaba a una distancia "prudencial" de la ciudad de tres cuartos de legua (3,5 km).
Este barrio, que parece que desde 1989 oficialmente ya no existe, está en una zona entre La Aguada, Bella Vista y Capurro. El nombre hace referencia a un arroyo que ahora corre entubado, y que parece que durante la mayor parte del año consistía hilo de agua mínimo. Sin embargo más de una vez parece que sus crecidas inundaron las casas de los pobladores de los alrededores, o impidieron el paso de carretas y jinetes. Tanto es así que en 1857 se le encarga a una empresa la construcción de un puente sobre el Miguelete (desconozco si es el de Uruguayana o el de Agraciada, tal vez alguien sabe) y una calzada de piedra sobre el Arroyo Seco, por Agraciada. Parece que se le dio a la empresa el derecho a cobrar peaje por la pasada por ambas construcciones, y a muchos no les hizo gracia, siendo que la mayor parte del año el Arroyito no era impedimento para el cruce. Funcionaban como los peajes viejos acá no sé si recuerdan, yendo en un mismo sentido nunca se pagaban los dos. Cuando el tránsito empezó a ser más importante, de 1860 en adelante, algunas de las tarifas eran:
Jinete - 20 centésimos
Vacuno, mula o caballo - 10 centésimos
Cerdos u ovinos - 5 centésimos
Vehículo, ida y vuelta en el mismo día - 60 centésimos.
Previamente se le cobraba un vinten a peatones y jinetes, y dos vintenes a los vehículos, precios que eran "una ganga" dice Goldaracena en su libro.
Este arroyo que dio nombre al barrio formado en Agraciada y Entre Ríos (a una cuadra o dos de donde sale Paraguay) desembocaba en la bahía de Montevideo, dicen que venía de la zona del Hospital Vilardebó, y sus nacientes eran por La Humedad/Villa Muñoz, aunque algunas crónicas lo ubican en el "Puente de la Figurita", en Camino de Goes (hoy General Flores) y San Eugenio (hoy Concepción Arenal), La figurita.
El nombre de Reducto se origina en el edificio que se encuentra en San Martín y Vilardebó, lo que hoy es la Escuela Nº21, "Alemania" (Street view ). En ese lugar tenía su quinta un catalán llamado Majín Gulart. Durante el segundo sitio de Montevideo, en 1813, José Rondeau se vio obligado a tomarla como cuartel general, Rondeau fortificó el edificio convirtiéndolo en un reducto de guerra, que para los que desconocen el significado del término como yo, es una fortificación donde defenderse de ataques enemigos. A partir de allí la gente empezó a llamar a la zona Reducto. En varias oportunidades después fue utilizado con fines de lucha, utilizada por las tropas lusobrasileñas cuando tenían el control de esta región, entre 1817 y 1828, y después por las tropas de Oribe durante la Guerra Grande, entre el 43 y el 51. En esa época de mediados de siglo, el lugar era zona de chacras, apacible y cercana a la ciudad, donde algunas familias acomodadas tenían sus quintas también. Una de esas era la de los Vilardebó, sobre ella fue que en 1867 Venancio Flores (que venimos nombrando varias veces, el que da nombre a la avenida General Flores) puso la piedra fundamental del "Asilo de dementes" que en 1880 se inauguraría con el nombre de "Manicomio Nacional" de donde me escapé, pero no digan nada. El nombre del hospital recuerda especialmente a Teodoro Vilardebó, que fue un médico que murió durante la epidemia de fiebre amarilla (que se desató a mediados de la década del 50 en Brasil y que alcanzó el Uruguay en el 57), al contraer la enfermedad mientras trataba a pacientes que la padecían.
Unión tiene su origen durante el Sitio Grande o Sitio de Montevideo que se dio durante la Guerra Grande, de 1843 a 1851. En esa zona, de chacras, que por aquellos tiempos se conocía como "el cardal" o "caserío del cardal" por la cantidad impresionante de cardos que había, vivían inmigrantes de origen canario y portugués.
Oribe encuentra aquí el mejor lugar para establecerse durante el sitio y funda la villa llamada "Villa de la Restauración" que sirvió como "capital" a los sitiadores de Montevideo y se construyen escuela, juzgado, capilla, comisaría, etc., una vez que finaliza la guerra mediante un acuerdo el 8 de octubre de 1851, sin vencedores ni vencidos, y en virtud de la reconciliación que se daba, se la pasa a llamar "Villa de la Unión".
Dato interesante: La avenida que cruza el barrio se llamó en épocas anteriores a la república "Camino Real a Maldonado", y pasó por varios cambios de nombre, Camino de la Restauración, 8 de Octubre, 18 de Julio, hasta quedar finalmente como 8 de octubre, para conmemorar el fin de la Guerra Grande. Igualmente el nombre "Camino Maldonado" quedó como algo intermedio entre lo que es 8 de Octubre y la Ruta 8.
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2019.11.21 13:05 Rain1984 El origen de algunos nombres de nuestro Montevideo.

Hace un tiempo que andaba con ganas de hacer este post, aprovechando la veda, y que a más de uno se ve que le interesan fotos viejas y planos viejos de la ciudad, por ahí encuentren esto interesante (aunque mucha de esta data seguramente se encuentre en internet para quien se tome el tiempo de buscarla).
San Felipe y Santiago
Es el primer nombre que tuvo nuestra ciudad, Felipe por Felipe V, que reinó en España desde 1700 hasta 1746, fue quién ordenó su fundación , en 1726 se le nombra Ciudad de San Felipe, puerto de Montevideo. El creador de la jurisdicción fue Pedro Millán, que le da nombre a la Avenida, no solo por eso si no por otros trazados que hizo para la nueva ciudad. Santiago aparece por primera vez en actas de Millan de1727. Felipe y Santiago son "Patrones de la plaza y población", y el santoral romano los celebra el mismo día del año, el primero de mayo, así que como van de la mano se terminó por agregar Santiago al nombre.
Montevideo
No hay un acuerdo sobre cuál es el origen del nombre, el factor común en el que no hay duda es Monte, que obviamente hace referencia al cerro de la capital. Dentro de las hipótesis que maneja Goldaracena en Los Barrios de Montevideo la más importantes surge de las notas de Francisco Albo, marinero de la expedición de Magallanes que pasó por estas costas en 1528. Ahí aparece el nombre Monte vidi, o capaz Monte Ovidio, Monte Vidio, "una montaña hecha como un sombrero" describe en sus notas. Ovidio habría sido una santidad Portuguesa que se borró del mapa tiempo después. Surgen dudas de esta hipótesis porque las notas de Albo llegaron hasta el día de hoy mediante varias copias y alguna cosa se puede haber perdido o tergiversado.
Otras hipótesis que se manejan pero sin fundamentos claros en el libro son:
Calles
Siempre me llamó la atención que se llamara "propios", no sé si soy el único.
El "Camino de los propios" era otro que servía de delimitador, hacia las afueras del ejido, o sea, hacia el Este y Norte, comenzaban los propios del cabildo, áreas destinadas al pastoreo del ganado de este, eran campos del fisco, como los campos de marte, por fuera de estos empezaban las chacras que se le repartían a los pobladores de la ciudad.
Barrios
Hay algunos barrios cuyo nombre tiene un origen re interesante, y que muchas veces va contando un pedacito de historia de nuestra capital.
La Aguada era el lugar de donde los aguateros colectaban el agua potable que llevaban murallas adentro. Era una zona con muchos pozos o aguadas y una cañada (cañada de la cruz) que desembocaba en la playa que se encontraba donde ahora está el puerto.
Refiere a los hermanos Vicente y Escipión Goes, que introdujeron el ganado al Paraguay en 1555, del que después provendría el que se trajo a la Banda Oriental.
Fun fact!: General Flores, la avenida principal del barrio se llamó desde 1866 hasta 1908 "Camino de Goes" (antes "Camino de Toledo"), ruta que tomó Venancio Flores para entrar a Montevideo después de haber vencido en la llamada "Cruzada libertadora del 63", en febrero de 1865.
El nombre del barrio hace referencia al cordón de mojones que se trazó en 1750 que separaba el Campo de Marte de los propios del cabildo (ver arriba), lo que es hoy la calle Ejido. El primero de ellos se ubicaba en La Paz y Yaguarón y de ahí hacia el sur, pasaba por la plaza del gaucho, y terminaba más o menos en la esquina de Gonzalo Ramírez y Barrios Amorín
Llegó a estas Tierras un inglés llamado Samuel Fisher Lafone, allá por el año 1825, entre las cosas que hizo este tipo, fundó el llamado "Pueblo Victoria", nombre que todavía se escucha por ahí, pero que no es otra cosa que el barrio La Teja, el lo fundó con ese nombre haciendo honor a la reina británica de aquel momento. Sin embargo el barrio se empezó a conocer con el nombre de La Teja por los techos de las casas a dos aguas que se construyeron en la zona.
Tal vez no tan interesante pero es mi barrio así que deal with it (?). Un banquero español compró allá por el 1860 un área de algo así como 6 hectáreas en lo que es hoy ese lugar, ahí se armó una quinta preciosa, plantó árboles y todas las magias a fin de traerse a su mujer, que nunca le vio el atractivo de venirse para estas tierras y solo visitó el lugar cuando no le quedó más remedio que venir para vender todo. El nombre de ese banquero? José de Buschental, que tiene una avenida que lo recuerda, sobre la que se encuentra el rosedal y la cancha de Wanderers en el barrio, por ejemplo.
Hace referencia a unos peñazcos enormes de cuarzo que existian en la zona, el último de ellos se dice que se encontraba en la esquina de Belloni y Sainz Rosas, estas piedras enormes servían de referencia para los troperos que venían con ganado por la cuchilla grande, desde el Este, les avisaban que ya andaban cerca del destino. Las piedras fueron utilizadas para armar ruedas trituradoras de grano para molinos y después para una represa que hubo en la zona. Fue fundado por Piria, como tantos otros barrios de montevideo, ahí tuvo una quinta de descanso Batlle y Ordoñez y fue el lugar donde se dio el comienzo del Turf en la capital, que después se movió al barrio de Maroñas.
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Hay más, les gustó? les pareció un bodrio? ustedess dicen si seguimos después con otros barrios, calles y arroyos.
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2019.11.11 20:00 eneiromatos Pensando en mudarme a Paraguay + Perfil IT

Hola amigos, estoy pensando en mudarme a Paraguay por la grave crisis que se vive en mi país de origen, Venezuela. Me gustaría vivir en una ciudad grande y de ser posible cosmopolita ya que mi perfil profesional es hacia el area de IT y en un lugar así hay mas oportunidades en ese segmento profesional, actualmente me encuentro estudiando para convertirme en Data Analyst, me gusta mucho el tema de visualización de datos. He trabajado como Soporte Técnico, Instructor de C# y SQL, entre otras cosas mas.
Por cierto, tengo una esposa e hija pequeña las cuales llevaría conmigo. ¿Que recomendaciones me darían?, tomando en cuenta que mi objetivo es trabajar en el area de IT y obtener un empleo bien pagado.
Irme a USA, Canada o algún país europeo no me es posible ya que tendría que dejar a mi esposa y a mi hija en Venezuela para poder hacerlo y no estoy dispuesto a ello; Chile no esta nada bien actualmente y el resto de países de la region no se ven tan agradables como Paraguay, excepto Brazil pero no se Portugués y aprenderlo nos tomaría tiempo, y justo eso es lo que no tengo ya que mi pequeña empresa entro en quiebra y estamos sobreviviendo como bien podemos.
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2019.08.29 21:54 Pepe-Argento [Mega Thread] Origen de palabras y frases argentinas

Estimados rediturros, en base al post del usuario que hoy descubrió la etimología de Michi (gato), vengo a hacerles entrega del thread que se merecen aquellas personas curiosas.
Seguramente faltan varias palabras pero dejo las que fui recolectando. ----
A CADA CHANCHO LE TOCA SU SAN MARTÍN.
Alude al 11 de noviembre, día de San Martín de Tours, patrono de Buenos Aires, que se celebra comiendo lechón. Significa que a todos les llega en algún momento la compensación por sus buenos o malos actos.
A SEGURO SE LO LLEVARON PRESO.
Viene de Jaén, España, donde los delincuentes eran recluídos en el Castillo de Segura de la Sierra. Originalmente se decía `a (la prisión de) Segura se lo llevaron preso`, que advertía de no robar, para no terminar en Segura. Hoy significa que nadie está libre de alguna contingencia.
AL TUN TÚN.
Con la expresión `al tun tún`, los paremiólogos no se ponen de acuerdo: para unos deviene de `ad vultum tuum`, que en latín vulgar significa `al bulto`, y para otros, es una voz creada para sugerir una acción ejecutada de golpe. De cualquier forma, hoy `al tun tun` indica algo hecho sin análisis ni discriminación.
ANANÁ.
Es una fruta nativa de América del Sur, deliciosa, decorativa y habitualmente asociada con los climas tropicales. El vocablo ananá proviene de nana, que en guaraní significa perfumado. Y fueron los colonizadores portugueses quienes adaptaron esta voz original guaraní para acercarla al modo en que hoy la usamos en la Argentina. Otra de sus nominaciones, piña, se debe a Cristóbal Colón, quien al verla por primera vez (en 1493, en la isla de Guadalupe) pensó erróneamente que había encontrado un tipo de piñón de pino.
ATORRANTES.
Lo de `atorrantes` viene de principios del siglo pasado, cuando colocaron unos grandes caños de desagüe en la costanera, frente a la actual Casa de Gobierno, en lo que hoy es Puerto Madero. Éstos tenían la leyenda `A. Torrant et Cie.` (nombre del fabricante francés) bien grande a lo largo de cada segmento de caño, y estuvieron casi más de un año hasta que, por fin, los enterraron. Mientras tanto `se fueron a vivir a los caños` cuanto vago, linyera y sujetos de avería rondaban por la zona y así surgió este dicho. Cuando la gente se refería a las personas que vivían en esos caños, los llamaban "A-Torran-tes". Más adelante se llamó así a toda persona vaga o de mal comportamiento.
BACÁN.
Aunque casi ya no se emplea, podemos escuchar esta palabra en muchísimos tangos de comienzos del siglo XX. “Mina que de puro esquillo con otro bacán se fue”, dice la letra de Ivette, compuesta por Pascual Contursi. “Hoy sos toda una bacana, la vida te ríe y canta”, reza Mano a mano, el clásico de Celedonio Flores. Del genovés baccan (jefe de familia o patrón), el término alude a una persona adinerada, elegante, amante del buen vivir y acompañó un fenómeno social: el surgimiento de la clase media y la figura del hombre capaz de darse ciertos lujos y exhibirlos.
BANCAR.
Con frases como “Yo te banco” o “No te banco más”, bancar es uno de los verbos que más usamos los argentinos para expresar si aguantamos, toleramos o apoyamos a algo o alguien. El origen del término es bastante discutido. Algunas opiniones señalan que alude al banco en el que nos sentamos, en el sentido de que este soporta nuestro cuerpo. Sin embargo, otros argumentan que se trata de una expresión popularizada gracias a los juegos de azar. Es que “bancame” era la súplica que hacían los apostadores a los responsables de la banca en los casinos.
BARDO.
Esta voz comenzó a utilizarse en la década del 80 y se propagó rápidamente, incluso con su verbo derivado: bardear. Se aplica para indicar la ocurrencia de problemas, líos, desorden o embrollos. Para algunos es una especie de “lunfardo del lunfardo” porque se trata de una simplificación del término balurdo, otra locución coloquial que tomamos del italiano (balordo: necio o tonto). Así que están avisados: la próxima vez que digan que algo “es un bardo”, sepan que del otro lado del océano pueden interpretar que se refieren simplemente a una tontería.
BERRETÍN.
Una obsesión, un capricho, una esperanza acariciada sin fundamento racional… eso es un berretín. De origen genovés, donde beretín alude a una especie de gorro o sombrero, la creatividad popular nombró así a los deseos intensos que llevamos en la cabeza. El tango supo recoger esta palabra. Por ejemplo, Niño bien arranca: “Niño bien, pretencioso y engrupido, que tenés el berretín de figurar”. Esta voz, hoy casi en desuso, también llegó al cine. En 1933 se rodó Los tres berretines, la segunda película argentina de cine sonoro que narraba tres pasiones porteñas: fútbol, tango y cine.
BOLÓ.
Sin lugar a dudas, boludo es una de las palabras que identifican a los argentinos y que más transformó su sentido a lo largo de las últimas décadas. De ser agresiva e insultante, se convirtió en una expresión inocente y típica empleada para llamar la atención del otro. En la provincia de Córdoba evolucionó de tal modo que terminó teniendo una sonoridad totalmente diferente: boló. Y la frase “¿Qué hacé’ boló?” podría ser perfectamente el saludo entre dos cordobeses que se tienen la más alta estima.
BOLUDO [Mención especial].
Convertida en un verdadero clásico argentino, boludo (y sus derivados, boludez, boludeo, boludear) fue mutando su significado a través del tiempo.
En el siglo XIX, los gauchos peleaban contra un ejército de lo que en aquella época era una nación desarrolla como la española.
Luchaban contra hombres disciplinados en las mejores academias militares provistos de armas de fuego, artillería, corazas, caballería y el mejor acero toledano, mientras que los criollos (montoneros), de calzoncillo cribado y botas de potro con los dedos al aire, sólo tenían para oponerles pelotas, piedras grandes con un surco por donde ataban un tiento, bolas (las boleadoras) y facones, que algunos amarraban a una caña tacuara y hacían una lanza precaria. Pocos tenían armas de fuego: algún trabuco naranjero o arma larga desactualizada.
Entonces, ¿cuál era la técnica para oponerse a semejante maquinaria bélica como la que traían los realistas? Los gauchos se formaban en tres filas: la primera era la de los "pelotudos", que portaban las pelotas de piedras grandes amarradas con un tiento. La segunda era la de los "lanceros", con facón y tacuara, y, la tercera, la integraban los "boludos" con sus boleadoras o bolas. Cuando los españoles cargaban con su caballería, los pelotudos, haciendo gala de una admirable valentía, los esperaban a pie firme y les pegaban a los caballos en el pecho. De esta forma, rodaban y desmontaban al jinete y provocaban la caída de los que venían atrás. Los lanceros aprovechaban esta circunstancia y pinchaban a los caídos.
En 1890, un diputado de la Nación aludió a lo que hoy llamaríamos "perejiles", diciendo que "no había que ser pelotudo", en referencia a que no había que ir al frente y hacerse matar. En la actualidad, resemantizada, funciona como muletilla e implica un tono amistoso, de confianza. El alcance del término es tan grande que, en el VI Congreso de la Lengua Española, realizado en 2013, el escritor argentino Juan Gelman la eligió como la palabra que mejor nos representa.
BONDI.
A fines del siglo XIX, los pasajes de tranvía en Brasil llevaban escrita la palabra bond (bono en inglés). Por eso, las clases populares comenzaron a referirse al tranvía como bonde (en portugués la “e” suena como nuestra “i”). A partir de entonces, el recorrido del vocablo fue directo: la trajeron los italianos que llegaban desde Brasil y, cuando el tranvía dejó de funcionar en Buenos Aires, se convirtió en sinónimo popular de colectivo.
CAMBALACHE.
Es el título del emblemático tango escrito por Enrique Santos Discépolo en 1935. Pero, ¿sabés qué significa exactamente esta palabra? Originalmente deriva del verbo cambiar y en nuestro país se utilizó para nombrar a las antiguas tiendas de compraventa de objetos usados. Este es el sentido que se le da en el tango cuando dice: “Igual que en la vidriera irrespetuosa de los cambalaches se ha mezclao la vida, y herida por un sable sin remache, vi llorar la Biblia junto al calefón”. Por eso, el significado se transformó en sinónimo de desorden o mezcla confusa de objetos.
CANA.
Existen diferentes versiones para explicar cómo surgió este vocablo que en lunfardo significa unívocamente policía. Una dice que proviene de la abreviatura de canario, que se empleaba en España para designar a los delatores. Aunque la historia más extendida lo ubica en el idioma francés, del término canne, y alude al bastón que portaban los agentes del orden. Como sea, cana pasó a nombrar a la policía y, más tarde, se empleó como sinónimo de cárcel (“ir en cana”). Hoy también se utiliza la expresión “mandar en cana” para decir, con picardía, que dejamos a alguien en evidencia.
CANCHA.
Apasionados por el deporte, los argentinos repetimos frases que ya forman parte de nuestra genética. “El domingo vamos a la cancha” es una de ellas. Como es sabido, cancha es el espacio que se destina a eventos deportivos y, en ocasiones, a algunos espectáculos artísticos. Pero lo que pocos conocen es que esta palabra proviene del quechua, lengua originaria en la que kancha significa lugar plano. La acepción que en la actualidad le damos a esta expresión llegó con la práctica de la lidia de toros y pronto se expandió a todos los deportes.
CANILLITA.
El origen de esta palabra es literalmente literario. La voz se toma de Canillita, una pieza teatral escrita por Florencio Sánchez en los primeros años del siglo XX. El protagonista es un muchacho de 15 años que trabaja en la calle vendiendo periódicos para mantener a su familia. Como sus piernas son muy flaquitas y lleva unos pantalones que le quedaron cortos por los que asoman sus canillas, lo llaman Canillita. Desde 1947, el 7 de noviembre se celebra el Día del Canillita en homenaje a la muerte del gran escritor uruguayo, autor de otra obra emblemática M’hijo el dotor.
CATRASCA.
Puede que, a menudo, muchos de los que utilizan esta palabra para referirse socarronamente a las personas torpes o propensas a los pequeños accidentes no tengan cabal idea de su significado literal. Sucede que esta expresión se establece como síntesis de la frase “Cagada tras cagada”. En la Argentina, se hizo popular en 1977 a partir de la película El gordo catástrofe, protagonizada por Jorge Porcel, quien personificaba un hombre que vivía de accidente en accidente y al que todos llamaban Catrasca.
CHABÓN.
Desde el tango El firulete, de Rodolfo Taboada, que dice “Vos dejá nomás que algún chabón chamuye al cuete y sacudile tu firulete…”, hasta After chabón, el último disco de la banda de rock Sumo, esta voz del lunfardo se instaló en la cultura argentina como sinónimo de muchacho, tipo o pibe. El término deriva de chavó (del idioma caló, usado por el pueblo gitano), que significa joven, muchachuelo. De allí provienen, también, algunas variantes como chavo y chaval, empleadas en diferentes países de habla hispana.
CHAMAMÉ.
La palabra chamamé proviene del guaraní chaá-maì-mé (“estoy bajo la lluvia” o “bajo la sombra estoy”). Según Antonio Sepp, musicólogo jesuita, los nativos se reunían bajo un enorme árbol y, en forma de ronda, hablaban y cantaban ordenadamente a lo largo de la noche; respetaban así la sabiduría de los años, sin negarles un lugar a los más jóvenes. Muchas veces terminaban danzando y desplazándose como en un rito de adoración o gratitud. Es en esos espacios de encuentro donde se cree que nació el chamamé, esa marca de identidad musical de la Mesopotamia.
CHAMIGO.
La oralidad reunió che y amigo en un solo término para dar origen a una tercera palabra: chamigo. En este caso, el vocablo che proviene del guaraní, y no del mapuche ni del valenciano, donde tiene otros significados. En guaraní, che es el pronombre posesivo mi, y por eso chamigo quiere decir mi amigo o amigo mío. Esta voz se emplea en Chaco, Corrientes, Misiones y Entre Ríos, provincias donde la cultura guaranítica tiene mayor peso. “El chamigo es algo más que lo común de un amigo, es esa mano que estrecha con impulso repentino”, canta el chamamecero Antonio Tarragó Ros.
CHANGO.
En el noroeste se usa la palabra chango, o su diminutivo changuito, como sinónimo de niño o muchacho. El término deriva de una voz quechua que significa pequeño. Una zamba dice “Cántale, chango, a mi tierra, con todita tu alma, con toda tu voz, con tu tonadita bien catamarqueña; cántale, changuito, lo mismo que yo”. Nieto, Farías Gómez y Spasiuk son solo tres de los Changos que ha dado el folklore argentino y que llevan este vocablo como apodo, indisolublemente unido a su apellido.
CHANTA.
Se trata de la abreviatura de la voz genovesa ciantapuffi, que significa planta clavos; es decir, persona que no paga sus deudas o que no hace bien su trabajo. Pero en nuestro país, cuando le decimos chanta a alguien, nos referimos a que no es confiable o creíble, que es irresponsable o no se compromete. Aunque también se asocia a la picardía si se emplea para nombrar a aquel que finge y presume cualidades positivas. En otras palabras, un chanta sería un charlatán, un chamuyero. En cambio, “tirarse a chanta” es abandonar las obligaciones o, como se dice en la actualidad, “hacer la plancha”.
CHAUCHA Y PALITO.
Se estima que esta frase nació en nuestro campo y se la usa para referirse a algo de poco beneficio económico o ínfimo valor. El palito alude al de la yerba que flota en el mate mal cebado: aquello que no sirve, que está pero molesta. En el caso de chaucha refuerza el sentido: para el gaucho, básicamente carnívoro, la chaucha era un vegetal sin importancia, barato, del que prefería prescindir. Además, en tiempos de la colonia, chaucha se denominaba una moneda de poco valor. Como decir “poco y nada”, pero referido unívocamente al valor monetario.
CHE.
Es una de las palabras que más nos identifica en el mundo. Casi como una seña personal. La usamos para llamar la atención del otro, para quejarnos o simplemente como interjección. La historia más difundida sostiene que es una voz mapuche que significa gente. Sin embargo, otra teoría señala que proviene de Valencia (España), donde le dan usos similares a los nuestros. Ernesto Guevara, ya que de Che hablamos, debe su apodo a la recurrencia con que empleaba la muletilla en su discurso coloquial.
CHORIPÁN.
A mediados del siglo XIX, los gauchos que habitaban las zonas rurales del Río de la Plata dieron origen a una de las minutas que más caracteriza los domingos de los argentinos: el choripán. El término, que es un acrónimo de chorizo y pan, nació en los tradicionales asados gauchescos cuando comer una achura entre dos trozos de pan empezó a ser costumbre. Hoy, a esta denominación que ya es un símbolo identitario de nuestro vocabulario, se le acoplaron dos sándwiches más: vaciopán y morcipán.
COLIFA.
Colifa es un término muy popular que empleamos para expresar, con cierta ternura, que alguien está loco, piantado o rayado. Aunque el sentido común nos lleva a pensar que proviene del término colifato, los estudiosos explican que coli deriva del vocablo italiano coló (que significa, justamente, chiflado). A su vez, colo es loco al vesre ()al revés en lunfardo). Entonces, colifato, y su apócope colifa, aparecen como transformaciones de ese término original que en el habla de la calle sumó sílabas con fines únicamente creativos.
CROTO.
La expresión `Croto` se remonta a la década del `20, cuando el entonces Ministro de Obras Públicas y Transporte, Crotto, implementó una especie de certificado de pobreza y cuyo portador podía viajar gratis en los tranvías y trenes. Hoy en día se denomina con este nombre a toda persona mal vestida que con su apariencia denota su estado de indigencia.
CUARTETO.
En cualquier lugar del mundo se denomina cuarteto a un conjunto de cuatro integrantes, pero para los argentinos se trata, además, de un género musical con influencias de la tarantela y el pasodoble. Este ritmo tropical, que comenzó a bailarse en las zonas rurales de la provincia de Córdoba durante la década del 40 y se popularizó en todo el país en los 90, es una creación cien por ciento argentina. Sus dos exponentes más emblemáticos, Carlos “La Mona” Jiménez y Rodrigo Bueno, convirtieron a este género en una alegre y festiva marca de identidad.
DEL AÑO DEL ÑAUPA.
Se trata de una expresión muy antigua y, decirlo así, puede parecer redundante. Porque ñaupa es una voz quechua que significa viejo o antiguo. En general, se emplea para aludir a un acontecimiento que data de tiempo atrás. La creencia popular considera que Ñaupa fue una persona que tuvo una existencia asombrosamente prolongada. Muy utilizado en la década del 30, suele asociarse al lunfardo, en especial cuando se dice que un tango es “del año del ñaupa”. Su equivalente en España es “del tiempo de Maricastaña”. La versión moderna sería "del año del orto"
DESPIPLUME.
Muchas veces, los medios de comunicación masiva logran instalar expresiones en el habla cotidiana gracias a memorables personajes de ficción y, también, a los guiones de algunas publicidades. Es el caso de despiplume, una voz que nació en la década del 70 en un spot de la famosa marca de coñac Tres plumas protagonizado por Susana Giménez. A través de un juego de palabras, la idea fue asociar el término despiole al producto. Sin dudas, lo lograron, pues si bien hoy la expresión casi no se usa, cualquiera sabe qué queremos decir cuando afirmamos que “esto es un despiplume”.
DULCE DE LECHE.
“Más argentino que el dulce de leche”, dice la expresión popular. Sin embargo, son varios los países que se atribuyen su creación. Nuestra versión cuenta que esta delicia nacional nace de una casualidad. En 1829, Juan Manuel de Rosas esperaba a Juan Lavalle, su enemigo político, en una estancia. La criada hervía leche con azúcar para cebar el mate y olvidó la preparación por largo tiempo en el fuego. Aún así, Rosas quiso probar la sustancia espesa y amarronada que se había formado en la olla. Para sorpresa de la criada, le encantó y decidió bautizarla dulce criollo.
EN PAMPA Y LA VÍA.
Quedarse sin un peso, agotar los recursos, tener que vender la casa… Cualquiera de estas circunstancias puede expresarse con el mismo dicho: “Me quedé en Pampa y la vía”. ¿Alguna vez escuchaste de dónde viene este dicho? Tiene una ubicación geográfica muy precisa porque la calle La Pampa se cruza con la vía del tren muy cerca del hipódromo de Buenos Aires. Cuenta la leyenda que los jugadores que apostaban a los caballos, cuando tenían un día de mala racha y lo perdían todo, se iban del barrio en un ómnibus que salía del cruce de Pampa y la vía.
FIACA.
La historia de esta palabra –que todos asociamos a la pereza y desgano– se origina en el habla de los almaceneros de barrio procedentes de Italia. En genovés, fiacún alude al cansancio provocado por la falta de alimentación adecuada. Y fueron estos comerciantes quienes diseminaron el término que, con el uso coloquial, se transformó en fiaca. Como habrá sido que se instaló, que una de las famosas Aguafuertes porteñas de Roberto Arlt se refiere al tema: “No hay porteño, desde la Boca a Núñez, y desde Núñez a Corrales, que no haya dicho alguna vez: ‘Hoy estoy con fiaca”.
GAMBETA.
Proviene de gamba, que en italiano significa pierna, y es un término que usamos en diferentes contextos. Por ejemplo, “hacer la gamba” es ayudar a otra persona. Claro que, si las cosas no salen bien, decimos que lo que hicimos fue “meter la gamba”. Puntualmente, gambeta refiere a un movimiento de danza que consiste en cruzar las piernas en el aire. Pero en el Río de la Plata funciona como metáfora de otro arte, el fútbol: porque en el campo de juego, gambeta es el movimiento que hace el jugador para evitar que el contrario le arrebate la pelota. Por eso, en el uso cotidiano, cuando sorteamos obstáculos decimos que gambeteamos.
GAUCHADA.
En nuestro lenguaje cotidiano, hacer una gauchada es ayudar a alguien sin esperar nada a cambio. La gauchada era una actitud típica de los gauchos, un gesto completo de solidaridad. Es que estos hombres cumplieron un rol clave en la guerra de la Independencia por su valentía, habilidad para cabalgar y gran conocimiento del territorio. Por el contrario, hacer una guachada es cometer una traición, aunque detrás de esta expresión haya un sentido más trágico que desleal. Y es que guacho refiere a la cría animal que perdió a su madre, y por extensión, a los niños huérfanos.
GIL.
A la hora de dirigirse a alguien en forma peyorativa, gil es una de las expresiones preferidas por los argentinos. Asociada a la ingenuidad o a la falta de experiencia, algunos sostienen que proviene de perejil, otra voz coloquial que en una de sus acepciones puede emplearse con un significado parecido, puesto que hasta hace unos años era una hortaliza tan barata que los verduleros directamente la regalaban. Sin embargo, gil proviene del caló, una antigua lengua gitana en la que gilí quiere decir inexperto.
GUACHO.
En el campo se denomina como guacho al ternero que queda huérfano.
GUARANGO.
Es lamentable, pero algunas palabras que usamos cotidianamente provienen de situaciones históricas de discriminación y exclusión. Es el caso de guarango, que si bien en la actualidad se emplea como sinónimo de grosero, maleducado o malhablado, fue instalada por los españoles de la conquista como referencia despectiva y racista hacia los nativos que hablaban en guaraní. Decirle guarango a la persona que emplea un vocabulario soez es ofensivo pero no por la adjetivación que pretende, sino porque su origen alude a una descalificación arbitraria.
GUASO.
La frecuencia con que se emplea el término guaso en Córdoba lo convierte en un cordobesismo. Pero ser guaso en esta provincia tiene por lo menos dos niveles. Cuando alude a un hombre: “El guaso estaba tomando algo en el bar”, la palabra solo sirve para definirlo como individuo masculino (en este caso, guaso funciona como sinónimo de tipo, chabón, etc.). Pero también se emplea para hacer referencia a alguien grosero o de poca educación: “No seai guaso vo’”. Y es tal la dinámica del vocablo que permite hiperbolizarlo, de manera que algo guaso pueda crecer hasta ser guasaso.
GUITA.
En lunfardo, el dinero tiene infinidad de sinónimos: mango, viyuya, morlaco, vento, mosca, tarasca. También existe un lenguaje propio para hablar de su valor: luca es mil, gamba es cien y palo es millón. Sin embargo, el origen del término guita es difícil de rastrear. Una de las versiones más difundidas sostiene que proviene del alemán, específicamente del germano antiguo, de la voz witta, usada para denominar algo fundamental sin lo cual no se puede vivir. A su vez, witta también proviene del latín vita que significa vida.
GURÍ.
¿Alguna vez te dijeron gurí o gurisa? Seguramente fue cuando todavía eras un chico. Porque el término proviene de la voz guaraní ngiri y significa muchacho, niño. Es una palabra que podemos escuchar en Corrientes, Misiones y Entre Ríos, y por supuesto también en la República Oriental del Uruguay. “¡Tu recuerdo ya no es una postal, Posadas! Ni tu yerbatal, ni tu tierra colorada. Con un sapukay siento que tu voz me llama porque tengo en mí, alma de gurí”, dice la letra del chamamé Alma de gurí.
HUMITA.
La humita es mucho más que un gusto de empanada. Pero son pocos los que saben que la palabra proviene de la voz quechua jumint’a, un alimento que preparaban los antiguos pueblos indígenas del continente (incas, mayas y aztecas). Hecho a base de choclo triturado, la preparación incorpora cebolla, tomate y ají molido, se sirve envuelto en las mismas hojas de la planta del maíz. Este delicioso y nutritivo plato es típico de Chile, Bolivia, Ecuador, Perú y el norte argentino.
IRSE AL HUMO.
“Se me vino al humo” es una imagen cotidiana en el habla de los argentinos. El dicho alude al modo en que los indígenas convocaban a los malones y figura en el Martín Fierro, de José Hernández: “Su señal es un humito que se eleva muy arriba / De todas partes se vienen / a engrosar la comitiva”. Pero también la registra Lucio V. Mansilla en Una excursión a los indios Ranqueles: “El fuego y el humo traicionan al hombre de las pampas”, escribe dando a entender que una fogata mal apagada o la pólvora que quemaban los fusiles bastaban para que lanzas y boleadoras acudiesen a la humareda.
LABURAR.
Laburar surge naturalmente del verbo lavorare (trabajar en italiano), que a su vez deriva de labor en latín, cuyo significado es fatiga, esfuerzo. La connotación negativa se encuentra también en los orígenes del término en español ya que trabajar proviene del vocablo latín tripalium, traducido como tres palos: un instrumento de castigo físico que se usaba contra los esclavos. De modo que si bien el laburo dignifica y es salud; el origen de su locución nos remonta a situaciones que poco tienen que ver con esos significados.
MATE.
La propuesta es natural en cualquier parte: “¿Y si nos tomamos unos mates?”. Esta infusión, la más amada por los argentinos, toma su nombre, como muchas otras palabras, de la lengua quechua. Porque mati es la voz que empleaban los pueblos originarios para referirse a cualquier utensilio para beber. Y es que mate tiene la particularidad de aludir al contenido, pero también al continente. Un término que para los rioplatenses significa mucho más que una bebida. Porque la mateada es un ritual, un espacio de encuentro y celebración.
MORFAR.
Proviene de la palabra italiana morfa que significa boca. Con el tiempo y el uso, la expresión adquirió nuevos sentidos: padecer, sobrellevar, sufrir: “Me morfé cuatro horas de cola”. En el ámbito del deporte, especialmente en el terreno futbolístico, suele emplearse el giro “morfarse la pelota”, algo así como jugar solo sin pasar el balón a los otros jugadores. Pero tan instalado estaba el término en la década del 30, que el historietista Guillermo Divito creó un personaje para la revista Rico Tipo que se llamaba Pochita Morfoni, una señora a la que le gustaba mucho comer.
MOSCATO.
Quizás los más jóvenes asocian el término a la famosa canción de Memphis La Blusera, Moscato, pizza y fainá. Sin embargo, el tradicional vino dulce, llamado así porque está hecho con uva moscatel, perdura más allá del blues local y sigue siendo un clásico de los bodegones y pizzerías de todo el país. El hábito llegó con los inmigrantes italianos a fines del siglo XIX, pero la costumbre de servirlo cuando se come una buena porción de muzzarella es propia de nuestro país y comenzó a establecerse allá por 1930.
NO QUIERE MÁS LOLA.
Lola era el nombre de una galleta sin aditivos que a principios del siglo XX integraba la dieta de hospital. Por eso, cuando alguien moría, se decía: `Este no quiere más Lola`. Y, desde entonces, se aplica a quien no quiere seguir intentando lo imposible.
ÑANDÚ.
De norte a sur y hasta la provincia de Río Negro, el ñandú es una de las aves que más se destaca en los paisajes de la Argentina. Este fabuloso animal de gran porte, que puede llegar a medir hasta 1,80 m de altura, toma su nombre de la lengua guaraní, en la que ñandú significa araña. La explicación alude a las semejanzas entre los elementos de la naturaleza. Los pueblos originarios veían un notorio parecido entre el plumaje del avestruz americano -y las figuras que se forman en él- y los arácnidos que habitan las regiones subtropicales.
NI EN PEDO.
Para ser tajantes, a veces decimos que no haremos algo "Ni en pedo", "Ni mamado", o “Ni ebrios ni dormidos”. Algunos sostienen que la expresión nació cuando Manuel Belgrano encontró a un centinela borracho y dormido. Enseguida, habría establecido una norma por la que “ningún vigía podía estar ebrio o dormido en su puesto”. Otra versión dice que, tras el triunfo en Suipacha, alguien alcoholizado propuso un brindis “por el primer Rey y Emperador de América, Don Cornelio Saavedra”. Mariano Moreno se enteró y lo desterró diciendo que nadie “ni ebrio ni dormido debe tener expresiones contra la libertad de su país”.
NO QUIERE MÁS LOLA.
Cuando no queremos más complicaciones, nos cansamos de participar en algo, o necesitamos cesar alguna actividad, decimos: “No quiero más lola”. En la Buenos Aires de 1930 se fabricaban las galletitas Lola. Elaboradas con ingredientes saludables, eran indicadas en las dietas de los hospitales. En ese contexto, cuando un enfermo podía empezar a ingerir otro tipo de alimentos, se decía que “No quería más lola”. Otro uso, más oscuro: cuando fallecía un paciente internado, obviamente, dejaba de comer. De ahí el dicho popular: “Este no quiere más lola”.
PANDITO.
Los mendocinos emplean muchos términos propios que pueden escucharse en su territorio y también, debido a la cercanía, en Chile (y viceversa). Una de las voces más representativas de este intercambio lingüístico es guón, apócope del huevón chileno. Existen algunas otras, pero menos conocidas. Por ejemplo, pandito. ¿Pero qué significa? Proviene de pando y quiere decir llano o poco profundo. “Me quedo en lo pandito de la pileta” o “Donde topa lo pandito”, que alude a donde termina el llano y comienza la montaña.
PAPUSA.
El lunfardo, la creatividad de la calle y el tango se ocupan de piropear y resaltar la belleza de la mujer. Quizá, una de las palabras que mejor lo hace sea papusa, empleada para referirse a una chica bonita, atractiva o espléndida. Este término, que también funciona como sinónimo de papirusa, se puede encontrar en clásicos del tango rioplatense como El ciruja, de Alfredo Marino, o ¡Che, papusa, oí!, de Enrique Cadícamo, que inmortalizó los versos “Che papusa, oí los acordes melodiosos que modula el bandoneón”.
PATOVICA.
Llamamos patovicas a quienes se ocupan de la seguridad de los locales bailables. Pero esta expresión nació lejos de las discotecas y cerca de los corrales avícolas. Allá por 1900, Víctor Casterán fundó en Ingeniero Maschwitz un criadero de patos y lo llamó Viccas, como las primeras letras de su nombre y su apellido. Alimentados con leche y cereales, los patos Viccas eran fornidos y sin grasa. La semejanza entre estos animales y los musculosos de los gimnasios surgió enseguida. Que los hercúleos custodios de los boliches terminaran cargando con ese mote, fue cuestión de sentarse a esperar.
PIBE.
Los rioplatenses suelen utilizar la expresión pibe como sinónimo de niño o joven. Existen diferentes versiones sobre su origen. La más difundida señala que proviene del italiano, algunos creen que del lombardo pivello (aprendiz, novato) y otros que se tomó del vocablo genovés pive (muchacho de los mandados). Pero la explicación española aporta el toque de humor. La palabra pibe, del catalán pevet (pebete), denominaba una suerte de sahumerio que gracias a la ironía popular y la subversión del sentido pasó a nombrar a los adolescentes, propensos a los olores fuertes.
PIPÍ CUCÚ.
Este argentinismo se usa para decir que algo es espléndido o sofisticado. La divertida leyenda cuenta que se popularizó en la década del 70 cuando Carlos Monzón llegó a París para pelear con el francés Jean-Claude Bouttier. Antes del combate, el argentino recibió la llave de la ciudad y, al tomar el micrófono para agradecer el honor, se dispuso a repetir el discurso que había ensayado largamente. La carcajada de la platea se desató cuando Monzón, en lugar de decir “merci beaucoup” (muchas gracias en francés) tal como lo había practicado, expresó algo nervioso: “pipí cucú”.
PIRARSE.
Pirarse es piantarse. Es decir, “irse, tomarse el buque”. Y literalmente así nace este verbo. El piróscafo era un barco a vapor que, en los primeros años del siglo XX, constituía la forma más rápida de viajar de un continente al otro. Por eso, la expresión “tomarse el piro” empezó a usarse para decir que alguien se marchaba de un lugar de manera apresurada. Sin embargo, el tiempo le otorgó otro significado: el que se iba, podía hacerlo alejándose de la realidad: “Está pirado”, “No le digas así que se pira”. Entonces, pirarse pasó a ser sinónimo de enloquecer.
PONCHO.
El poncho es una prenda sudamericana típica por definición que forma parte de la tradición criolla. Por simpleza, comodidad y capacidad de abrigo, es utilizado hasta el día de hoy en la Argentina, Chile, Ecuador y Bolivia. El origen de la palabra que lo denomina tiene muchísimas variantes, pero una de las más difundidas explica que proviene del quechua, punchu, con el mismo significado. Otra versión la relaciona con punchaw (día en quechua), como una analogía entre el amanecer de un nuevo día y la acción de emerger la cabeza a través del tajo del poncho.
PORORÓ.
Si algo destaca al maíz y a sus distintas preparaciones en todo el mundo, especialmente en Latinoamérica, es la gran cantidad de voces que lo nombran. Lo que en Buenos Aires se conoce como pochoclo y en otros países son rosetas de maíz; en Misiones, Corrientes, Entre Ríos, Chaco, Formosa y Santa Fe se le llama pororó. Esta palabra encuentra su origen en el guaraní. Es que los nativos le decían pororó a todo aquello que generaba un sonido estruendoso y, como es sabido, la preparación de este alimento, provoca la idea de pequeñas explosiones.
TANGO.
El tango es uno de nuestros géneros musicales y de danza más tradicionales. Sin embargo, la etimología de su nombre es objeto de fuertes controversias. Hay quienes dicen que el término proviene de tangomao, un africanismo con el que se definía a los traficantes de esclavos en la época colonial. De este modo, en América se llamó tango a los sitios donde se reunían los africanos para bailar y cantar. Otra teoría señala que el mismo vocablo entró en la segunda mitad del siglo XIX, desde Cuba y Andalucía, para denominar un género musical que en el Río de la Plata adquirió su propia idiosincrasia.
TENER LA VACA ATADA.
“Vos tenés la vaca atada”, le decimos a quien disfruta de un garantizado bienestar económico. El dicho nace en el siglo XIX, cuando en la Argentina se impuso el modelo agroexportador y muchos estancieros se enriquecieron gracias a la vasta cantidad de hectáreas que podían explotar. En aquellos tiempos, era común que los nuevos ricos viajaran a Europa con sus familias. Era costumbre que también llevaran a su personal de servicio y una vaca para obtener la leche para sus hijos durante el viaje. El animal tenía que viajar sujeto en un rincón de la bodega del barco. Esa es la famosa vaca atada.
TILINGO.
Hay palabras que, como si se tratara de una moda, aparecen y desaparecen del uso cotidiano según el contexto histórico. Es el caso de tilingo, la expresión popularizada por Arturo Jauretche, quien la instaló en el habla de los argentinos como un adjetivo para calificar a las personas que se preocupan por cosas insignificantes y ambicionan pertenecer a una clase social más alta. Además, este pensador emblemático del siglo XX actualizó el empleo de cipayo e introdujo los términos vendepatria y medio pelo.
TIRAR MANTECA AL TECHO.
Seguramente más de una vez le habrás dicho a alguien: “Dejá de tirar manteca al techo”. El giro busca expresar la idea de un gasto ostentoso e innecesario y su origen se ubica en la Buenos Aires de 1920. Por entonces, los jóvenes adinerados se divertían en los restaurantes de moda arrojando rulitos de manteca con el tenedor. Le apuntaban al techo y el objetivo era competir para ver quién era capaz de dejar pegados más trozos al cielo raso, o cuál de todos se mantenía adherido por más tiempo. Una práctica absurda de la que, afortunadamente, solo nos queda la expresión cotidiana.
TODO BICHO QUE CAMINA VA A PARAR AL ASADOR.
Tomado del Martín Fierro, el libro de José Hernández icono de la literatura gauchesca, este refrán se basa en la idea de que cualquier animal se presta para ser asado y comido. Sabido es que en la Argentina amamos los asados y todo el ritual que los envuelve. Pero, además, con el tiempo el dicho “Todo bicho que camina va a parar al asador” evolucionó sumando otros significados. Durante las décadas del 40 y 50, la frase fue utilizada también para hacer alusión a las cosas o personas cuyas acciones tienen un final previsible.
TRUCHO.
Desde hace algunas décadas es un término de uso ineludible en nuestro lenguaje cotidiano. Para los argentinos, las cosas falsas, tramposas o de mala calidad son truchas. Y dentro de esa categoría entran también las personas fraudulentas. Deriva de la palabra truchimán, muy común en el español antiguo y que refiere a personas sin escrúpulos. El empleo de trucho se hizo popular en 1986 cuando, a raíz de la crisis ecológica causada por algunas empresas en el río Paraná, el periodista Lalo Mir comentó en su programa radial que los funcionarios debían dar la trucha (cara) porque si no eran unos truchos.
VAGO.
Córdoba tiene su propia tonada, su propia forma de hablar y, claro, su modo particular para usar las palabras. En cualquier otra región, el término vago hace referencia a alguien perezoso, a un holgazán que nunca tiene ganas de hacer nada. Pero en esta provincia, vago puede ser cualquiera. Es que la palabra se utiliza para dirigirse a otra persona en forma totalmente desenfadada. Así, una frase como “El vago ese quiere trabajar todo el día” no encierra ninguna contradicción si es pronunciada dentro de los límites del territorio cordobés.
VIVA LA PEPA.
Contra lo que pudiese creerse, `viva la Pepa` no es el grito de alegría de un buscador de oro, sino el que usaban los liberales españoles en adhesión a la Constitución de Cádiz, promulgada el 19 de marzo de 1812, en la festividad de San José Obrero. Como a los José se los apoda Pepe, en vez de decir `viva la Constitución` -lo que conllevaba llegar a ser reprimidos- los liberales gritaban `viva la Pepa`. Hoy, en Argentina, su significado se ha desvirtuado y se parece a `piedra libre`.
YETA.
Significa mala suerte y se cree que deriva de las palabras napolitanas jettatura (mal de ojos) y jettatore (hombre maléfico que con su presencia produce daño a los demás). En 1904 se estrenó la obra ¡Jettatore!, de Gregorio de Laferrere, sobre un hombre con un aura funesta, y, desde entonces, los supersticiosos mantienen viva la palabra yeta. Por ejemplo, se emplea la expresión “¡Qué yeta!” en lugar de “¡Qué mala suerte!” ante una situación desafortunada. También se dice que alguien es yeta cuando se sospecha que trae mala suerte o que está enyetado cuando todo le sale mal.
ZAMBA.
No hay que confundir zamba, género folklórico argentino, con samba, música popular brasileña. Porque el simple cambio de una letra nos puede hacer viajar de una cultura a otra. La historia cuenta que durante la conquista española se denominaba zambo al hijo varón de un negro con una indígena. Por extensión, la música y la danza de esta comunidad pasó a llamarse zamba, ya que las coplas que se cantaban iban dirigidas a las mujeres. Esta danza proviene de la zamacueca peruana que, al llegar a la Argentina, incorporó el pañuelo como elemento característico.
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2018.10.30 20:52 racortmen BRASIL: LA PREVIA DEL " GRAN DIA" ( A tilio A. Botón )

BRASIL: LA PREVIA DEL "GRAN DÍA". (Atilio A. Boron).
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Aproveché mi viaje de regreso a Bs Aires para charlar con varios empleados en el Aeropuerto de Río de Janeiro. La conversación me dejó desolado, ahondando la sensación que cosechara en las calles de Río durante toda la semana. Hablé con varios empleados de limpieza, ayudantes de las aerolíneas, changarines y vendedores en negocios y bares.
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Todas, sin excepción, gentes de un origen social muy humilde y preguntándome por qué me marchaba en las vísperas del “Gran Día”. Fingiendo ser un distraído turista que ignoraba los asuntos políticos del país pregunté qué tenía de especial este próximo domingo. Respuesta: “mañana Brasil elige si será gobernado por un gigante o por un ladrón”. Varios me aclararon: el gigante es Bolsonaro, y Haddad es el ladrón. Y va a ganar el gigante, aseguraron todos. ¿Y qué va hacer el gigante?, le pregunté a otra. “Va a hacer la revolución que Brasil necesita”, me respondió sin titubear. “¿La revolución?”, pregunté fingiendo sorpresa e incredulidad. “Si”, me dijo. “Una revolución para acabar con bandidos y ladrones. El gigante se encargará de limpiar este país”.
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En un discurso calcado de lo que a diario se escucha en la Argentina mis interlocutores decían que los petistas “se habían robado todo”, que Lula merecía estar en la cárcel, que su hijos se habían convertido en multimillonarios. “Bolsonaro”, me dijo uno de los más enfervorizados, “es un patriota que ama a Brasil y con la limpieza de bandidos que va a hacer este país será grande y respetado otra vez.” La siniestra mano de Steve Bannon -el ultrareaccionario asesor de campaña de Donald Trump y cuyo equipo hace meses está instalado en Brasil- apareció de manera inconfundible. Al fin y al cabo, el slogan del “gigante” es una copia al portugués del empleado en la campaña de Trump: “Hagamos que América sea grande otra vez” , decía el estadounidense. Ahora es Brasil quien, de la mano de Bolsonaro, debe resurgir de las cenizas a las cuales lo redujo el PT.
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Había un elemento adicional en estas respuestas. Más allá de las creencias se percibía un vigoroso sentimiento de camaradería entre estos empleados precarizados y explotados, que al cruzarse en los pasillos del aeropuerto se decían: “¡mañana, mañana será el Gran Día!” Un fervor religioso los “religaba” (de ahí el origen de la palabra “religión”). El Mesías -Jair Messias Bolsonaro, que adoptó su segundo nombre luego de un fantasioso bautismo en las aguas del Jordán en medio de una amplia cobertura mediática- estaba por llegar y este sábado estábamos en las vísperas de la epifanía que proyectaría al Brasil al lugar que le corresponde en el mundo. “Dieciséis años (¡Sic!) de gobierno de los bandidos” habían convertido a esta gran nación en una suerte de mendigo internacional por causa de la corrupción oficial, mancillando el honor de toda una nación y sumiéndola en la violencia y la desesperanza.
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Las letanías se repetían con milimétricas similitud. En un momento a uno de ellos le pregunté si el programa Bolsa Familia, que había sacado de la pobreza extrema a más de cuarenta millones de brasileños, no había acaso servido para mejorar la situación de los más pobres. La respuesta: “No. Fue una limosna. Quieren que la gente siga como está para que ellos puedan robar a voluntad”. Ante mi cara de sorpresa otro agregó: “Arroz y feijao para el povao, grandes “propinas” (coimas, en portugués) para los gobernantes.” Uno de ellos, con una cruz tatuada en su cuello, fue más lejos y afirmó que “Haddad es aún más corrupto que Lula, tanto que con sus delitos estuvo a punto de producir la bancarrota de la alcaldía de Sao Paulo.” No tenía mejor opinión de su compañera de fórmula, Manuela D’Avila, del PCdB, porque le habían dicho que como era atea ilegalizaría todas las religiones. Un tercero agregó que de triunfar el PT sería Lula quien gobernaría desde la cárcel, en la cual permanecería poco tiempo más. Luego, indultado por Haddad, se iría al exterior y desde un refugio seguro para su fortuna mal habida manejaría a Haddad a su antojo. Los ladrones seguirían en el poder. Pero “por suerte se levantó el gigante”, dijo con un suspiro.
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Me exigió un esfuerzo enorme escuchar tantas mentiras e infamias. Y me asombré ante la inédita eficacia de las nuevas técnicas de la propaganda política. Campañas de terrorismo mediático no son nuevas en Latinoamérica. En 1970 la candidatura de Salvador Allende en Chile fue combatida con un torrente cotidiano de difamaciones a través de El Mercurio y el Canal 13 de la Universidad Católica. Pero la eficacia de esas maniobras no era muy grande. Ahora, en cambio, se produjo un salto cualitativo y el impacto de estos lavados masivos de cerebro –neuromarketing político y big data mediante- creció exponencialmente. Para los movimientos populares es imperativo comprender los procesos de formación de la conciencia política en la era digital si es que se quiere neutralizar este tipo de campañas. En Brasil, el WhatsApp se convirtió en el vehículo preferente, si no excluyente, mediante el cual gran parte de las clases populares se informa sobre los asuntos públicos y, con la ayuda de los evangélicos, decide su voto a favor de candidatos hiperconservadores. El acceso a los big data permitió la intrusión de la propaganda de Bolsonaro en millones de grupos de WhatsApp, no sometidos al mismo control que hay en Facebook, y desde allí lanzar una avasallante andanada diaria de mentiras y difamaciones en contra de los petistas y diseminar centenares de fake news cada día.
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El objetivo de éstas es incentivar la disonancia cognitiva entre los receptores y crear una sensación de incertidumbre y caos –convenientemente magnificada por los medios- que exige la mesiánica aparición de un líder fuerte que ponga orden entre tanta confusión. Téngase en cuenta que los menores de treinta años sólo prenden la TV para ver fútbol, no leen los diarios y sólo escuchan música por las radios o con sus smart phones. Su nivel de información es bajísimo, y sus creencias y percepciones fueron magistralmente manipuladas por Bannon y sus asociados locales, operando sobre ese sector social desde marzo de este año. No obstante, cuando las encuestas preguntan en las favelas y barriadas periféricas cuáles son los principales problemas de su comunidad la corrupción (“los ladrones”) aparece en tercer lugar, después de la inseguridad y los problemas económicos (carestía, desempleo, bajos salarios, etc.). Pero la pérfida y muy eficaz propaganda de la derecha logró hacer de la corrupción -la lucha contra los supuestos ladrones y la regeneración moral del Brasil- el eje excluyente de esta campaña, en donde no se habla de otra cosa. Y hasta ahora sus resultados han sido notables. Este domingo sabremos cuán exitosos fueron sus malévolos planes y qué lecciones deben extraer otros países de la región que están transitando por una situación similar a la de Brasil, especialmente la Argentina.
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2017.09.28 18:51 nijuugoman [META] Contenidos en el Sub

Quisiera comenzar un dialogo sobre los temas y contenidos que me gustaría ver promovidos en el sub.
Para empezar el dialogo, me gustaría empezar con el tema central del sub, proveniente de su nombre mismo, "Iberoamérica". ¿Qué es Iberoamérica?
Según Wikipedia:
Iberoamérica (Ibero-América en portugués) es un término formado a partir de las palabras Iberia y América para designar el conjunto de territorios de América donde se hablan lenguas iberorromances.
En otras palabras, son todos los países de la peninsula ibérica, y de América, que hablan los idiomas originarios de la peninsula ibérica (español y portugués). Estos países incluyen:
  • Argentina
  • Bolivia
  • Brasil
  • Chile
  • Colombia
  • Costa Rica
  • Cuba
  • Ecuador
  • El Salvador
  • Guatemala
  • Honduras
  • México
  • Nicaragua
  • Panamá
  • Paraguay
  • Perú
  • Puerto Rico
  • República Dominicana
  • Uruguay
  • Venezuela
  • España
  • Portugal
Queda por definir si también se debe incluir a Estados Unidos, pues Estados Unidos tiene más de 10 millones de hispanoparlantes, y además, Puerto Rico es parte de los Estados Unidos...
Entonces, mi propuesta es que el contenido incluya notas relevantes de estos países arriba mencionados, y además de Latinos en Estados Unidos. Que el contenido sea aceptado en 3 idiomas, privilegiando al Español, por ser el idioma más hablado en la región, seguido por el Portugués por ser el 2do idioma de la región, y permitiendo el Inglés por ser el idioma principal del sitio (Reddit), pero con la condición de siempre buscar el mismo post en Español o Portugués antes en caso de que el post sea una noticia.
Me gustaría también que estos países sean resaltados en la barra lateral, para que quede claro a nuevos visitantes que el sub trata sobre estos países. Siendo honesto, antes de investigar lo que era Iberoamérica, yo pensaba que solo trataba de países Americanos de habla hispana + España. Sería bueno que la aclaración tanto de los idiomas, como de los países particulares, sean listados en la barra lateral. Actualmente solo dice, en inglés, "23 countries, 2 languages", pero no dice cuales. Sería bueno también que una traducción de este mensaje apareciera en los 3 idiomas arriba señalados.
Finalmente, veo que también tienen días específicos, como por ejemplo, Martes de conocimiento del país, y domingo de noticias. Estaría bien que también tuvieran días específicos para artes plásticas, o música, o geografía (fotos de diferentes zonas de cada país), o estadísticas interesantes (Estilo "data is beautiful") de cada país. Y que hubiera un sistema de etiquetas por país de cada post, como en muchos subs hay etiquetas por temas (humor, noticias, etc...).
Bueno, esas son mis propuestas. ¿Qué más proponen?
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2014.10.21 01:32 Krahefilo PODEMOS IBÉRICO

PODEMOS, que se escribe y se pronuncia igual en español y en portugués, es una gran oportunidad histórica para poner fin a los 374 años que llevan separadas España y Portugal. Existe un partido político en Portugal llamado Movimento Partido Ibérico (MPI) que aboga por la unión de los dos países ibéricos. A través de la red del MPI pueden crearse círculos de PODEMOS en las principales ciudades portuguesas y, a ese fin, ha contactado Paulo Gonçalves, el líder de ese movimiento, con la Dirección de PODEMOS en Madrid.
Ahora que se habla tanto de la necesidad de abrir un periodo constituyente es importante señalar que la diferencia fundamental entre la Constitución Española de 1978, redactada bajo la tutela de la dictadura franquista, y la Constitución Portuguesa, surgida con la Revolución de los Claveles de 1974, es que la española es necesario derogarla mientras que la portuguesa sólo es necesario exigir su cumplimiento. Bastaría traducir al español la Constitución de la República de Portugal y realizar las adaptaciones pertinentes para obtener una nueva Constitución española. Quienes no conozcan cómo pasó Portugal del régimen monárquico al republicano, pueden averiguarlo en el enlace:
http://es.wikipedia.org/wiki/Regicidio_de_Lisboa
Si hoy viviese José Saramago le haría sumamente feliz una propuesta como la que viene a continuación. En memoria de ese gran escritor, la escribiré en su lengua materna para que puedan comprobar quienes hablan el español y desconocen el portugués lo sumamente fácil que es entender este idioma.
PROPOSTA FEITA A PODEMOS PÁRA VOTAR EM REFERENDO A ABOLIÇÃO DA MONARQUIA BORBÓNICA E A INCLUSÃO DO ACTUAL REINO DE ESPANHA NA REPÚBLICA DE PORTUGAL E CONSTITUIR UMA REPÚBLICA IBÉRIA COM CAPITAL EM LISBOA
Agora que Espanha e Portugal estão no ponto de olha dos especuladores e são saqueadas de maneira inmisericorde, é urgente conseguir as assinaturas necessárias para solicitar um referendo no que se decida a abolição da monarquia em Espanha e a constituição de uma República Ibéria que integre a Espanha, Portugal, Andorra e Gibraltar, que proclame uma autêntica independência política e militar deixando de pertencer à OTAN, que seja verdadeiramente aconfesional recusando qualquer acordo institucional com o Estado Vaticano e, no caso de que não cessem as manobras especulativas contra Espanha e Portugal, dois de cujos epicentros estão nos paraísos fiscais de Andorra e Gibraltar, que abandone o euro e crê uma divisa própria. Essa República Ibéria, teria tantos habitantes como França -se se abrem as portas aos emigrantes das antigas colónias de Espanha e Portugal a República Ibéria chegaria a ser o país mais povoado da União Européia (UE)- e, em virtude de sua posição geoestratégica e de seus laços históricos e culturais com América, África e Ásia, acabaria sendo o que foi faz quatro séculos: o país mais importante de Europa e uma incontestable potência económica e cultural a nível global. A capital da República Ibéria pode ser perfeitamente Lisboa pois, com respeito a Madri, tem a vantagem de suas conexões marítimas. Com o declive de USA como potência unipolar, tem chegado o momento de uma multipolaridad no que Chinesa, Brasil, Índia, Rússia, África do Sul e a República Ibéria destacarão como potências emergentes.
Cinco dados para a reflexão:
1.- A unidade ibéria assenta-se em sua própria peninsularidad, lugar de fusão das civilizações romana e árabe. A excepcionalidad histórica dos 374 anos que levam Espanha e Portugal separadas tem sido a consequência de antepor interesses políticos espurios à unidade de dois povos irmãos. Portugal e Espanha unidas constituíram durante seis séculos a Hispania romana (197 a. C. - 418 d. C.), e durante outros três séculos mais o Reino Visigodo (418-711). Espanha e Portugal nasceram durante os oito séculos da Reconquista (722-1492). Unidas constituíram entre 1580 e 1640 a maior potência económica e militar do mundo. Quando com o apoio da coroa inglesa Portugal separou-se de Espanha em 1640, começou o declive imparable de ambos países ibérios e Inglaterra se alçou como primeira potência mundial, se mantendo como tal até a primeira metade do século XX (o relevo de Inglaterra como primeira potência mundial desde 1945 até a data o tomaram suas antigas colónias de América do Norte). Ademais, os espanhóis rebelaram-se contra seus governantes, aliados do França, para lutar junto aos portugueses contra os exércitos invasores napoleónicos entre 1808 e 1814.
2.- O paradigma das máximas "divide e vencerás" e "a união faz a força" pudemo-lo apreciar na antiga República Federal Alemã (RFA) quando esta dilapidó grande parte de seus recursos económicos para conseguir sua união com a República Democrática Alemã (RDA) e, simultaneamente, para conseguir a secessão na antiga Jugoslávia de Croácia, Eslovénia, Bósnia e Kosovo, Macedonia e Montenegro, hoje estados satélites dessa primeira potência de Europa que é agora Alemanha. Com a união ibéria, Espanha e Portugal estarão, no mínimo, em posição de igualdade ante França e Alemanha.
3.- Se somam-se as 421,6 toneladas de ouro de Portugal às minguadas reservas de ouro que deixou o governo espanhol em 2006 após malvender um terço das mesmas -passou de ter 416,8 a 281,6 toneladas de ouro no Banco de Espanha-, a República Ibéria (R.I.) ficaria na nona posição em reservas de ouro por trás de USA, Alemanha, Itália, França, Chinesa, Suíça, Rússia e Japão. E se somam-se as reservas ocultas de Andorra e Gibraltar, pode que o R.I. desloque a Alemanha e se situe na segunda posição por trás de USA. Até que em 1936 se transladaram dois terços das reservas de ouro do Banco de Espanha a Rússia e o terço restante a França, Espanha foi a terceira potência mundial em reservas de ouro. As actuais reservas de ouro de Portugal foram acumuladas em maior medida no "Estado Novo" -a ditadura autárquica salazarista que teve em Portugal entre 1926 e 1974- mantendo à imensa maioria dos portugueses na mais extrema pobreza.
4.- A R.I. teria uns 600000 quilómetros quadrados (só superá-la-ia França na UE com seus quase 675000 quilómetros quadrados) e uma população de 60 milhões de habitantes, similar às do França, Itália e Reino Unido, o que implicaria não estar na situação de desvantagem em que agora se encontram portugueses e espanhóis em frente aos franceses, italianos e britânicos. Abrindo as fronteiras ibérias à imigração procedente das antigas colónias de Espanha e Portugal repartidas por África, Ásia e América, o número de cidadãos ibérios poderá ultrapassar facilmente os 82 milhões de habitantes de Alemanha e situar ao R.I.como a maior potência dentro da União Européia.
5.- Os 608 milhões de hablantes ibérios no mundo só estão superados por quem falam chinês mandarín (1052 milhões) e ultrapassam aos de fala inglesa (508 milhões), hindi (487 milhões), russo (277 milhões), árabe (246 milhões), bengalí (211 milhões), alemão (128 milhões), francês (128 milhões) e japonês (125 milhões).
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